Brevemente: Novas Monitor Audio Silver

Contamos já durante o mes de Novembro com a nova e renovada linha Monitor Audio Silver

 

 

 

 

 

 

 

Como é hábito na Monitor Audio, a renovação da gama incorpora as tecnologias desenvolvidas para as gamas mais altas. As unidades de médios e grave mostram-se contínuas como nas gamas GX e PL. Apresentam assim uma maior superfície de radiação e em conjunto com a bobine e magneto de maior dimensão, melhoram a precisão e sensibilidade de resposta.

As colunas foram redimensionadas, as linhas apuradas, os altifalantes melhorados bem como o interior e espessura das suas caixas, os circuitos internos sofreram upgrades.

 

As novas colunas apresentam-se assim mais refinadas, precisas e mais dóceis para os amplificadores, com uma combinação de sensibilidade alta e impedancia alta.

 

 

 

 

 

 

A sucessora da RX8 conta agora com uma unidade de médios à semelhança da série GX, para melhor integração e coerencia.

É também introduzido um modelo completamente novo para as salas de maior dimensão, a Silver 10, com dois altifalantes para grave e médio grave de 8″.

 

 

 

 

 

 

 

Download da brochura

 

Review: Primare DAC30

Teste ao Primare DAC30

 

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PC + Furutech GT2 USB, Densen B-410XS + Black SAT, Primare DAC30

O leitor de CD Primare CD32 sempre recebeu excelente críticas de reviewers e clientes. Destacava-se pela dinamica, detalhe, palco e correta temporização musical. Durante muito tempo, a nova geração de acessíveis DACs USB (conversores Digital-Analógicos USB) mostrava muito talento a reproduzir do PC/MAC formatos de alta resolução mas no formato CD/Redbook perdiam quando comparados com o Primare CD32.Alguns bem se aproximaram mas perderam sempre claramente. Sentia-se frequentemente na sala 2 da VilaSound um sentido de desilusão… “Afinal o CD ainda toca melhor do que os ficheiros”.

Até agora.

O DAC30 revela-se uma soberba máquina de ler ficheiros no computador e desta vez é difícil preferir o irmão CD32. As diferenças são ténues mas, mais uma vez, é difícil preferir o CD32.

Apesar desta surpreendente constatação, chegava a hora de testar não o DAC mas sim o potencial do transporte USB assíncrono vs leitor de CD via saída coaxial S/PDIF. Ligado ao CD32 via S/PDIF o resultado desilude. O CD32 não foi claramente projetado para servir de transporte para um DAC mas sim para funcionar sozinho. Desencadei então uma busca para um transporte de CD que pudesse talvez superar a entrada USB. Foram testados leitores de DVD, Blu-ray e CD, incluindo um Roksan M2 e K2, Densen B-410XS, Meridian G07, Advance MCD203, Audiolab 8200CD, Creek Evolution 2CD, NAD C515, entre outros. Usando por exemplo a faixa “One For My Baby”, Frank Sinatra – Only The Lonely, podemos observar até que ponto um mau transporte de CD consegue destruir a belíssima relação do Sinatra com o seu pianista. A forma como eles interagem desaparece num ápice com um pior transporte, presumivelmente devido a um mau timing do sinal. É um album que depois de ouvir em leitores Esoteric se torna difícil de ouvir com outros. Curiosamente foi o Densen que vemos na imagem que melhor casou com o Primare (Dinamarqueses com Suecos…), seguidos por perto pelos Roksan. A busca de transportes de CD para o DAC30 continua…

Quando voltámos a ouvir com o PC via USB, foi uma pequena desilusão. “Afinal o CD ainda toca melhor do que os ficheiros”. Em suma, o DAC30 eleva o patamar de leitura de ficheiros para um nível verdadeiramente bom mas estou convencido que se transforma numa fonte high end com o transporte certo. O Primare DAC30 é um game changer.

 

Gustavo Rosa

Em demonstração Setembro 2013

 

 SALA 1

IMG_0345Sistema Stereo

Imagem: Panasonic TX-P42ST60
Fonte: Panasonic BD80, Creek Evolution2 CD, Mondo Wifi
DAC: Teac UD-H01
Amplificador: Creek Evolution2 Amp
Colunas: Epos Epic 5
Móvel: Spectral

 

 

Meridian
Sistema 5.1

Imagem: Panasonic PT-AT6000E+ Tela Image-Screens Cadre Nº1
Fonte: Sony BDP-S790
Processador: Meridian HD621 + Meridian G68
Colunas: Meridian DSP5200 + DSP5200HC + DSP3100 + REL T9
Móvel: Spectral

 

 

 

 

SALA 2

IMG_0347Sistema Stereo

Fontes: Thorens TD 309 com Denon DL-103R + Densen B410XS
DAC: Primare DAC30
Amplificação: Gamut Audio Di150, (pré-phono) Creek OBH-15MK2
Colunas: Audiovector Si3
Cabos: Audioquest, Black SAT, TelluriumQ, VSDEN
Móvel: VilaSound

 

 

IMG_0346Sistema Stereo

Fonte: Primare CD32
Amplificação: Creek Evo50 / Destiny 2
Colunas: Magneplanar MG12
Cabos: TelluriumQ, VSDEN
Móvel: VilaSound

 

 

 

Gamut vence Golden Ear Award 2013

goldenear2013Os amplificadores Gamut D200i e Gamut M250i foram distinguidos com o Prémio Golden Ear 2013, publicado na revista The Absolute Sound, na edição de Setembro 2013 (#235).

The 200Wpc D200i solid-state stereo amp negotiates some of the sonic divide between solid-state adherents and tube lovers. It doesn’t try to “mimic” tradicional tube tonality, but it does have a fair measure of tube-like liquidity, image solidity, and layered depth – elements which often get short-changed by solid-state amplifiers in its price category. It is reasonably powerful, tonally neutral (but not clinical), runs cool, has four adjustable input gain settings (to better match upt with a variety of preamps), and shoud prove to be very reliable – if it is anything like its D200MKII predecessor. The heavier and more powerful M250i monoblock sibling ratchets up all the positives of the D200i to an astonishing level. A wide, deep, and clear view into good recordings opens up even more than with the already accomplished D200i. The M250i also imparts greater ease and authority to the proceedings. The M250i is one of those amplifiers one buys and simply enjoys for years.

 

Review Panasonic PT-AT6000E

 

Panasonic PT-AT6000E

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O projetor Homecinema Panasonic PT-AT6000E foi a última aquisição da VilaSound, Som & Imagem e encontra-se em demonstração. Cabe-lhe a difícil tarefa de ser comparado com o nosso residente Sony VPL-HW50ES.

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O Panasonic PT-AT6000E atira números impressionantes: 2400 ANSI Lumens, contraste 500 000:1, lampada com 220W que dura 4 000h, lens shitf vertical de 100% e horizontal de 26%. Fora da caixa, os seus 470 × 151 × 364 e 8kg de peso surpreendem. O tamanho dele é maior do que parece nas fotografias.

O setup é relativamente simples. O lens shift é feito com o auxílio de um pequeno joystick que não é muito delicado mas faz-se. O zoom e focagem são motorizados.

Ligámos o projetor ao Sony BDP-S790, com cabo HDMI Audioquest Forest, e projetamos na na tela Image Screens Cadre Nº1. As primeiras imagens evidenciam bem o alto brilho do projetor. No modo natural a imagem parece-me demasiado viva e brilhante, pouco confortável. Foi necessário algum trabalho para colocar a imagem ao meu gosto. Eventualmente lá descobri o truque: lampada em modo Eco. Boas notícias, visto que neste modo, segundo a Panasonic, a lampada dura 5000h! Com menos luz (modo eco), em modo Cinema 2 e alterando um pouco o brilho e contraste consegui ir pondo a imagem a meu gosto. A imagem fez juz à fama do projetor de elevado contraste e imagem bem definida. A sala da VilaSound não é completamente escura pelo que este projetor é sem dúvida adequado a salas com alguma luz ambiente, e usando uma tela com ganho, é seguramente capaz de performances muitíssimo interessantes em salas não-condicionadas para projeção.

IMG_0218-2Como se compara com o Sony VPL-HW50E? Quando comparei o Sony com o JVC DLA-X35 (link) conclui pessoalmente que viveria feliz com um ou com o outro. Ou seja, não ficaria a pensar no outro que não comprei. No caso do Panasonic PT-AT6000E não posso dizer o mesmo. Enquanto que aprecio imenso as suas qualidades e reconheço que é um produto de alta gama, com performances impensáveis para este preço há poucos anos atrás, não conseguiria deixar de pensar no JVC ou no Sony se tivesse comprado o Panasonic. Ambos têm para mim cores e texturas mais naturais, maior profundidade (falo de conteúdos 2D) e melhores negros. A imersão, relaxamento e entertenimento nos filmes é melhor conseguida com o Sony ou JVC. Fazendo uma comparação com TVs, não deixa de ser irónico que o Panasonic me pareça mais semelhante ao tipo de imagem que se consegue com TVs LCD-LED e o Sony/JVC mais perto do que se consegue com um bom plasma …Panasonic. Na VilaSound recomendamos principalmente TVs plasma Panasonic.

 

PROS: Alto output luminoso oferece uma tremenda flexibilidade de aplicação e um excelente 3D. Lampada muito duradora.

CONTRAS: Menor profundidade, menor naturalidade de cores e texturas do que alguma concorrencia. A fluidez de imagem é boa mas não é topo de gama.

 

Gustavo Rosa

Em demonstração Julho 2013

SALA 1

Primare MagneplanarSistema 4.1

Imagem: Philips 42PFL4007H/12
Fonte: Panasonic BD80
Amplificador A/V: Primare SPA23
Colunas: Magneplanar MG1.7 + MG12 + REL T7
Móvel: Spectral

 

 

 

 

MeridianSistema 5.1

Imagem: Panasonic PT-AT6000E+ Tela Image-Screens Cadre Nº1
Fonte: Sony BDP-S790
Processador: Meridian HD621 + Meridian G68
Colunas: Meridian DSP5200 + DSP5200HC + DSP3100 + REL T9
Móvel: Spectral

 

 

 

 

SALA 2

demomain20130702Sistema Stereo

Fontes: Thorens TD 309 com Denon DL-103R + Primare CD32
Amplificação: Gamut Audio Di150
Colunas: Vandersteen 1Ci
Cabos: Kimber, Black SAT, TelluriumQ
Móvel: VilaSound

 

 

 

 

demoside20130702Sistema Stereo

Fonte: Meridian G07
Amplificação: Roksan M2 Caspian
Colunas: Focal Chorus 816V
Cabos: Kubala Sosna, Audionote
Móvel: VilaSound

 

 

 

 

Novidade: Primare SPA23

O novíssimo Primare SPA23 está na VilaSound disponível para audição.

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Um colosso de força capaz de debitar em simultaneo-contínuo 5x143W (8ohm) e 5x283W (4ohm)!  Com o refinamento e transparencia que é a imagem de marca Primare. O processador foi atualizado e tem agora 2 saídas HDMI, OSD via HDMI, e processador e upscaler de video. HD Video Passthrough, 5x HDMI in, 2x HDMI out. Pré-in e pré-out 7.1 analógicos.

Este amplificador AV transforma-se num excelente amplificador stereo com um leitor de CD como o Primare CD32 ligado via analógica.

Review Creek Evolution 50A (amplificador)

Comparativo Creek Evolution 2 vs Evolution 50A

 

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Creek Evolution 2 CD, Creek Evolution 2 AMP e Creek Evolution 50A (NOVO)

 

Sistema

Fonte: Primare CD32, Creek Evolution 2CD, PCAudio+ Teac UD-H01/ Qual Link D-1.

Amplificação: Creek Evo2 / Evo50A

Colunas: Monitor Audio RX6

Cabos: Black SAT (IC), Tellurium Q Black (coluna), VSD Energy (alimentação)

 

Quem conhece bem a VilaSound, Som & Imagem sabe que o conjunto Creek Evolution 2 recebe um carinho especial. Não é fácil ter um amplificador <1000€ com a capacidade de controlo, potencia, corrente e refinamento que o EVO2 exibe. Era com grande apreensão que eu e o João Paulo (Diper, o distribuidor nacional da Creek) aguardávamos a chegada do novo Evo 50A. O Evo2 com os 75W (8ohm)/110W(4ohm) era um tough act to follow e o novo Evo50A com menos potencia –  55W(8ohm)/85W(4ohm) – deixáva-nos receosos.

Fora da caixa, colocado na prateleira, salta à vista a menor dimensão do Evo50A. Menos profundo e mais baixo mas muito pesado para o tamanho. O peso é surpreendente. Ainda sem rodagem o amp exibe uma transparencia e musicalidade fora do comum.

O Evo 2 tem um potencia honesta. O que significa que, dentro do razoável, pega na maior parte das colunas, mesmo as pouco sensíveis e as eleva a tocar a volumes altos com segurança. O refinamento não é topo de gama mas não conheço nenhum amp mais refinado por menos de 1000€… até agora. O Evo50A é claramente uma raça diferente. O refinamento, a transparencia e musicalidade são desconcertantes para o preço. Colocámos CDs como Metallica – Black Album, Groundation – Hebron’s Gate, Rickie Lee Jones – Rickie Lee Jones e algumas faixas em alta resolução (Firebird Stravinsky – Minesotta Orchestra – Reference Records; entre outros). Apesar da diversidade musical, a música apresentou-se sempre entusiasmante, viciante, transparente. Um prazer. Podíamos ficar a ouvir música o dia todo.

A nossa apreensão era na realidade injustificada. O Creek Evo 50A é um amplificador espetacular. Parabéns Mike Creek!

 

PROS: o silencio, a profundidade e a pureza/limpeza do som são inéditos para este preço e supera muitos amplificadores muito mais caros.

CONTRAS: a baixa potencia significa que está limitado a salas de pequena/média dimensão e a colunas relativamente sensíveis, e banido de salas grandes com colunas de baixa sensibilidade.

Novidade: Creek Evolution 50A

Acabado de chegar à VilaSound: Creek Evolution 50A! creek-audio-evolution-50

 

Venceu o Group Test na Hifi News, com rasgados elogios. LINK

Página em desenvolvimento.

Estamos a preparar um site novo. Por favor aguarde.