Em demonstração: Amplificador A/V Anthem MRX 710

 

As Monitor Audio, o REL e o SVS estão ao comando do Anthem MRX 710 na sala de cinema da VilaSound, Som & Imagem.

 

anthemmrx

Anthem MRX 710

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

– Maximum continuous output into 8 ohms, 20 Hz to 20 kHz, 0.1% THD: 2x 120W / 5x 90W

– Anthem Room Correction ARC 1M

– Upscalling 4K e passthrough

 

http://www.anthemav.com

 

SVS em Portugal

A VilaSound, Som & Imagem começou oficialmente a representar a SVS em Portugal em Dezembro 2013.
A SVS é uma empresa americana que tem no seu core business o fabrico de subwoofers que praticamente dispensam a apresentação. Os seus subwoofers resultam de projetos feitos de raiz com tecnologia proprietária e em constante evolução.

 

svslogo+driver

Esoteric + GamuT Audio

High End em demonstração. Venha conhecer a precisão e transparencia do casamento da fonte Esoteric com a amplificação GamuT.

 

Esoteric K-07

esoteric-k-07Leitor de CD/SACD. DAC USB assíncrono 24bit/192KHz. Pré-amplificador digital

 

 

 

 

GamuT Di150

gamutdi150Amplificador integrado  2x180W (8ohm), 2x360W (4ohm) em classe A/B. Dual-mono, apenas 1 Mosfet por canal por fase no estágio de saída.

 

 

 

Em demonstração Dezembro 2013

 

Sala 1

2013sala1Sistema cinema

Imagem: Sony VPL-HW50ES + Tela Image-Screens Cadre Nº1
Fonte: Sony BDP-S790
Receiver AV: Primare SPA23 (ou Pioneer SC-2023)
Colunas: Monitor Audio Silver S6 + S1 + Central + REL T9
Móvel: Spectral

 

 

 

 

Sala 2

201312sala2Sistema Stereo

Fontes: Esoteric K-07 + Thorens TD 309 com Denon DL-103R
Amplificação: GamuT Audio Di150, Creek OBH-15MK2 (pré-phono)
Colunas: Monitor Audio Gold GX300
Cabos: Audioquest, Black SAT, TelluriumQ, VSDEN
Móvel: VilaSound

 

 

 

IMG_0346Sistema Stereo

Fonte: Primare CD32
Amplificação: Creek Evolution 50A
Colunas: Magneplanar MG12
Cabos: TelluriumQ, VSDEN
Móvel: VilaSound

 

 

Audioshow 2013

Dias 15, 16 e 17 estamos fora em visita ao Audioshow 2013

 

Audioshow2013

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Brevemente: Novas Monitor Audio Silver

Contamos já durante o mes de Novembro com a nova e renovada linha Monitor Audio Silver

 

 

 

 

 

 

 

Como é hábito na Monitor Audio, a renovação da gama incorpora as tecnologias desenvolvidas para as gamas mais altas. As unidades de médios e grave mostram-se contínuas como nas gamas GX e PL. Apresentam assim uma maior superfície de radiação e em conjunto com a bobine e magneto de maior dimensão, melhoram a precisão e sensibilidade de resposta.

As colunas foram redimensionadas, as linhas apuradas, os altifalantes melhorados bem como o interior e espessura das suas caixas, os circuitos internos sofreram upgrades.

 

As novas colunas apresentam-se assim mais refinadas, precisas e mais dóceis para os amplificadores, com uma combinação de sensibilidade alta e impedancia alta.

 

 

 

 

 

 

A sucessora da RX8 conta agora com uma unidade de médios à semelhança da série GX, para melhor integração e coerencia.

É também introduzido um modelo completamente novo para as salas de maior dimensão, a Silver 10, com dois altifalantes para grave e médio grave de 8″.

 

 

 

 

 

 

 

Download da brochura

 

Review: Primare DAC30

Teste ao Primare DAC30

 

primaredac30

PC + Furutech GT2 USB, Densen B-410XS + Black SAT, Primare DAC30

O leitor de CD Primare CD32 sempre recebeu excelente críticas de reviewers e clientes. Destacava-se pela dinamica, detalhe, palco e correta temporização musical. Durante muito tempo, a nova geração de acessíveis DACs USB (conversores Digital-Analógicos USB) mostrava muito talento a reproduzir do PC/MAC formatos de alta resolução mas no formato CD/Redbook perdiam quando comparados com o Primare CD32.Alguns bem se aproximaram mas perderam sempre claramente. Sentia-se frequentemente na sala 2 da VilaSound um sentido de desilusão… “Afinal o CD ainda toca melhor do que os ficheiros”.

Até agora.

O DAC30 revela-se uma soberba máquina de ler ficheiros no computador e desta vez é difícil preferir o irmão CD32. As diferenças são ténues mas, mais uma vez, é difícil preferir o CD32.

Apesar desta surpreendente constatação, chegava a hora de testar não o DAC mas sim o potencial do transporte USB assíncrono vs leitor de CD via saída coaxial S/PDIF. Ligado ao CD32 via S/PDIF o resultado desilude. O CD32 não foi claramente projetado para servir de transporte para um DAC mas sim para funcionar sozinho. Desencadei então uma busca para um transporte de CD que pudesse talvez superar a entrada USB. Foram testados leitores de DVD, Blu-ray e CD, incluindo um Roksan M2 e K2, Densen B-410XS, Meridian G07, Advance MCD203, Audiolab 8200CD, Creek Evolution 2CD, NAD C515, entre outros. Usando por exemplo a faixa “One For My Baby”, Frank Sinatra – Only The Lonely, podemos observar até que ponto um mau transporte de CD consegue destruir a belíssima relação do Sinatra com o seu pianista. A forma como eles interagem desaparece num ápice com um pior transporte, presumivelmente devido a um mau timing do sinal. É um album que depois de ouvir em leitores Esoteric se torna difícil de ouvir com outros. Curiosamente foi o Densen que vemos na imagem que melhor casou com o Primare (Dinamarqueses com Suecos…), seguidos por perto pelos Roksan. A busca de transportes de CD para o DAC30 continua…

Quando voltámos a ouvir com o PC via USB, foi uma pequena desilusão. “Afinal o CD ainda toca melhor do que os ficheiros”. Em suma, o DAC30 eleva o patamar de leitura de ficheiros para um nível verdadeiramente bom mas estou convencido que se transforma numa fonte high end com o transporte certo. O Primare DAC30 é um game changer.

 

Gustavo Rosa

Em demonstração Setembro 2013

 

 SALA 1

IMG_0345Sistema Stereo

Imagem: Panasonic TX-P42ST60
Fonte: Panasonic BD80, Creek Evolution2 CD, Mondo Wifi
DAC: Teac UD-H01
Amplificador: Creek Evolution2 Amp
Colunas: Epos Epic 5
Móvel: Spectral

 

 

Meridian
Sistema 5.1

Imagem: Panasonic PT-AT6000E+ Tela Image-Screens Cadre Nº1
Fonte: Sony BDP-S790
Processador: Meridian HD621 + Meridian G68
Colunas: Meridian DSP5200 + DSP5200HC + DSP3100 + REL T9
Móvel: Spectral

 

 

 

 

SALA 2

IMG_0347Sistema Stereo

Fontes: Thorens TD 309 com Denon DL-103R + Densen B410XS
DAC: Primare DAC30
Amplificação: Gamut Audio Di150, (pré-phono) Creek OBH-15MK2
Colunas: Audiovector Si3
Cabos: Audioquest, Black SAT, TelluriumQ, VSDEN
Móvel: VilaSound

 

 

IMG_0346Sistema Stereo

Fonte: Primare CD32
Amplificação: Creek Evo50 / Destiny 2
Colunas: Magneplanar MG12
Cabos: TelluriumQ, VSDEN
Móvel: VilaSound

 

 

 

Gamut vence Golden Ear Award 2013

goldenear2013Os amplificadores Gamut D200i e Gamut M250i foram distinguidos com o Prémio Golden Ear 2013, publicado na revista The Absolute Sound, na edição de Setembro 2013 (#235).

The 200Wpc D200i solid-state stereo amp negotiates some of the sonic divide between solid-state adherents and tube lovers. It doesn’t try to “mimic” tradicional tube tonality, but it does have a fair measure of tube-like liquidity, image solidity, and layered depth – elements which often get short-changed by solid-state amplifiers in its price category. It is reasonably powerful, tonally neutral (but not clinical), runs cool, has four adjustable input gain settings (to better match upt with a variety of preamps), and shoud prove to be very reliable – if it is anything like its D200MKII predecessor. The heavier and more powerful M250i monoblock sibling ratchets up all the positives of the D200i to an astonishing level. A wide, deep, and clear view into good recordings opens up even more than with the already accomplished D200i. The M250i also imparts greater ease and authority to the proceedings. The M250i is one of those amplifiers one buys and simply enjoys for years.

 

Review Panasonic PT-AT6000E

 

Panasonic PT-AT6000E

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O projetor Homecinema Panasonic PT-AT6000E foi a última aquisição da VilaSound, Som & Imagem e encontra-se em demonstração. Cabe-lhe a difícil tarefa de ser comparado com o nosso residente Sony VPL-HW50ES.

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O Panasonic PT-AT6000E atira números impressionantes: 2400 ANSI Lumens, contraste 500 000:1, lampada com 220W que dura 4 000h, lens shitf vertical de 100% e horizontal de 26%. Fora da caixa, os seus 470 × 151 × 364 e 8kg de peso surpreendem. O tamanho dele é maior do que parece nas fotografias.

O setup é relativamente simples. O lens shift é feito com o auxílio de um pequeno joystick que não é muito delicado mas faz-se. O zoom e focagem são motorizados.

Ligámos o projetor ao Sony BDP-S790, com cabo HDMI Audioquest Forest, e projetamos na na tela Image Screens Cadre Nº1. As primeiras imagens evidenciam bem o alto brilho do projetor. No modo natural a imagem parece-me demasiado viva e brilhante, pouco confortável. Foi necessário algum trabalho para colocar a imagem ao meu gosto. Eventualmente lá descobri o truque: lampada em modo Eco. Boas notícias, visto que neste modo, segundo a Panasonic, a lampada dura 5000h! Com menos luz (modo eco), em modo Cinema 2 e alterando um pouco o brilho e contraste consegui ir pondo a imagem a meu gosto. A imagem fez juz à fama do projetor de elevado contraste e imagem bem definida. A sala da VilaSound não é completamente escura pelo que este projetor é sem dúvida adequado a salas com alguma luz ambiente, e usando uma tela com ganho, é seguramente capaz de performances muitíssimo interessantes em salas não-condicionadas para projeção.

IMG_0218-2Como se compara com o Sony VPL-HW50E? Quando comparei o Sony com o JVC DLA-X35 (link) conclui pessoalmente que viveria feliz com um ou com o outro. Ou seja, não ficaria a pensar no outro que não comprei. No caso do Panasonic PT-AT6000E não posso dizer o mesmo. Enquanto que aprecio imenso as suas qualidades e reconheço que é um produto de alta gama, com performances impensáveis para este preço há poucos anos atrás, não conseguiria deixar de pensar no JVC ou no Sony se tivesse comprado o Panasonic. Ambos têm para mim cores e texturas mais naturais, maior profundidade (falo de conteúdos 2D) e melhores negros. A imersão, relaxamento e entertenimento nos filmes é melhor conseguida com o Sony ou JVC. Fazendo uma comparação com TVs, não deixa de ser irónico que o Panasonic me pareça mais semelhante ao tipo de imagem que se consegue com TVs LCD-LED e o Sony/JVC mais perto do que se consegue com um bom plasma …Panasonic. Na VilaSound recomendamos principalmente TVs plasma Panasonic.

 

PROS: Alto output luminoso oferece uma tremenda flexibilidade de aplicação e um excelente 3D. Lampada muito duradora.

CONTRAS: Menor profundidade, menor naturalidade de cores e texturas do que alguma concorrencia. A fluidez de imagem é boa mas não é topo de gama.

 

Gustavo Rosa